Derrida, Jacques
 

Autor de uma obra vasta (Argélia francesa, 1930 – Paris, 2004), é pai da «desconstrução», cujo impacto no pensamento contemporâneo é manifesto em áreas tão díspares como, além da filosofia, os estudos literários, a arquitectura, o direito, o feminismo, etc.  

Datam de 1967 as suas duas primeiras obras marcantes — De la grammatologie e L’Écriture et la différence — a que se seguiriam, num ritmo sem pausas, algumas dezenas de títulos, de que se destacam La Dissémination (1972), Marges – de la philosophie (1972), La carte postale. De Socrate à Freud et au-delà (1980), Signéponge (1983), Schibboleth – pour Paul Celan (1986), Limited Inc. (1988), Mémoires – pour Paul de Man (1988), Spectres de Marx (1993), Force de loi (1994), Le monolinguisme de l’autre (1996), De l’hospitalité (1997), L’université sans condition (2001), Papier machine (2001).

Nos seus últimos anos, esta obra sempre em expansão dedicou-se a uma série de temas tempestivos — a cidadania, a soberania, a hospitalidade e a amizade, o cosmopolitismo —, lançando ou relançando temas centrais na agenda social e política contemporânea, muitas vezes recuperando parte da agenda iluminista.

De Jacques Derrida, a Angelus Novus publicou a plaquette Che cos’è la poesia? (2003) e A Universidade sem Condição (2003).

 
 
 
 
 
     
     
     
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