Imprensa

Publicado em 1969, este livro de Augusto Monterroso é considerado um clássico da microficção hispano-americana. Um livro breve mas de uma admriável coerência compositiva e que nos ajuda a perceber que os livros, e em especial os de Monterroso, não se medem aos palmos.

Um desfile de pequenos e grandes absurdos corporizados em pequenas criaturas de nomes estranhos. Uma fauna estranha mas nossa próxima, nossa vizinha, nossa irmã. A microficção portuguesa ganha em Rui Manuel Amaral, e nesta Caravana, a sua carta de alforria.

Um diálogo aberto e apaixonante entre Richard Rorty e Gianni Vattimo, com intermediação de Santiago Zabala, no qual o futuro da religião é ligado à possibilidade de que a solidariedade, a caridade e a ironia substituam o conhecimento objectivo.

A continuação de uma obra sem equivalente, próximo ou afastado, na diarística portuguesa. Neste segundo volume, os leitores de Laura Ferreira dos Santos encontrarão a descida aos abismos da doença e da morte; a lamentável cultura médica portuguesa; a crítica feminista, a Igreja, deus e a fé.

O ensaio com que Peter Sloterdijk declarou o falhanço do humanismo como utopia da domesticação humana por meio da leitura, enfrentando de forma corajosa a nova realidade biotecnológica e suscitando com isso uma polémica intelectual cujos efeitos vigoram ainda hoje.

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