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Zentralpark
Sobre o livro
«Revista de Teoria & Crítica», ou de teoria crítica, ou, mais com os tempos, de crítica da teoria, Zentralpark propõe-se, sem melancolia, ao seu público finissecular, com todas as suas lacunas e hiatos. Não é completa, mas ficamos com a sensação de que poderia sê-lo. De tal modo confiamos no nosso leitor.
Sem abandonar perspectivas de emancipação que convêm à sua vocação crítica, Zentralpark começa por considerar-se simplesmente parte da cultura portuguesa tal qual ela existe num contexto de modernização tardia, de pós-modernização e de globalização. É tão legitimamente nacional como a nossa taxa (pós)moderna de natalidade, a despeito da pobreza.
É razoavelmente variada a nacionalidade dos seus colaboradores. Fazendo da existência uma virtude, e tirante a língua, que todavia se quer acolhedora de outras e de muitas linguagens, Zentralpark irá sendo editada como se pudesse sê-lo em qualquer cidade contemporânea: Nápoles, Paris, Berlim, Lisboa.
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