Pref.: Luís Quintais
Trad.: Manuel Resende
ISBN: 978-972-8827-39-7
Data: 2008
Pp.: 80
Capa: Capa mole
PVP: € 7.40
Preço Online: € 6.66
 

 
 
 

Regras para o Parque Humano
Peter Sloterdijk

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Sobre o livro

Lido como conferência no castelo de Elmau, na Baviera, a 17 de Julho de 1999, Regras para o Parque Humano viria a suscitar uma virulenta polémica na Alemanha. O escândalo partiu da sua melancólica declaração do falhanço do humanismo como utopia da domesticação humana por meio da leitura, face às novas técnicas de desinibição das massas; mas também do seu suposto flirt com o léxico nazi e as perigosas fantasias nietzschianas do superhomem, assim como com as ideias de Platão sobre o Estado como parque zoológico humano gerido e planificado por uma elite de sábios. Este ensaio enfrenta de forma corajosa a nova realidade biotecnológica e propõe à filosofia a urgente tarefa de repensar a essência do humano, para lá dos coletes-de-forças impostos pela caduca cultura do humanismo.

«Assim, uma interrogação maior será porventura a seguinte: deveremos correr para todas as hipóteses de manipulação que se abrem com os processos de bricolage biotecnológico que repousam na reutilização de utensilagens fornecidas pela evolução biológica agora recriáveis em laboratório?

As respostas não são claras, e Regras apenas nos diz que tais hipóteses de manipulação têm de ser sopesadas no interior de um código de antropotécnicas, sem que o conteúdo normativo de tal código seja considerado».


                                                                Luís Quintais, do «Prefácio»

 

 
 
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